Sou mãe de um tenista de 14 anos e directora comercial de uma marca de turismo activo.
O movimento sempre fez parte da minha vida — primeiro como contexto profissional, depois como escolha pessoal.
Comecei a pedalar aos 40 anos, não por desporto, mas por curiosidade estratégica: queria compreender, por dentro, a mente e o corpo dos nossos clientes. A estrada foi, ao início, uma ferramenta de trabalho. Com o tempo, tornou-se outra coisa.
Hoje, a bicicleta é um espaço de clareza. Um lugar onde o esforço organiza o pensamento, o tempo abranda e as decisões assentam. Não pedalo para competir nem para provar nada. Pedalo porque me faz bem continuar.
Ganhei um hobby para a vida.
E, com ele, uma nova forma de estar em movimento.